Palestras e eventos
Palestra, para mim, não é palco. É uma mesa maior.
Eu falo sobre recomeço, decisão em família e dinheiro sem piloto automático. O formato muda conforme quem está ouvindo — e o convite também.
Duas trilhas, dois caminhos de convite
Trilha 1
Convite ministerial
Para igrejas, conferências e encontros de mulheres. Aqui não existe venda, proposta comercial nem oferta de produto: é conversa sobre fé, casa e prosperidade como restauração.
- Formato mais comum: fala única de 45 a 60 minutos.
- Tema central: fé como fundação, família como propósito, finanças como prática.
- Sem venda de material no evento.
Trilha 2
Palestra corporativa
Levo o Método 3F para empresas em uma linguagem adequada ao ambiente corporativo. Fé aparece como valores, propósito e gratidão; Família, como relações, cuidado e senso de equipe; e Finanças, como consciência, organização e decisões responsáveis — no negócio e na vida de quem trabalha nele.
A abordagem tem caráter educativo, é adaptada ao contexto e ao público e não constitui consultoria de investimentos nem promessa de resultados.
- Temas: organização financeira familiar; decisão em casal; crise, coragem e recomeço.
- Sem indicação de investimento e sem recomendação individualizada.
- Escopo, duração e formato definidos caso a caso.
As duas trilhas existem separadas de propósito: um convite de igreja não deve entrar por um funil comercial, e uma proposta corporativa não deve chegar como convite de graça.
Três coisas definem a resposta
Antes de perguntar se eu tenho data, vale saber o que pesa na conta:
Prazo
Convites com pelo menos 45 dias de antecedência têm chance real. Abaixo disso, depende de deslocamento e do que já está marcado.
Deslocamento
Cidade, aeroporto mais próximo e se o compromisso cabe no mesmo dia mudam completamente a viabilidade.
Formato
Uma fala de 45 minutos e uma imersão de meio dia não ocupam o mesmo espaço na semana.
Não há compromissos públicos confirmados no momento. Quando houver, eles serão anunciados com data, cidade e formato — e só depois de confirmados.
O que eu costumo falar
Três blocos que aparecem em quase toda fala
Fé como fundação
A relação com Deus antes da decisão. Eu conto as histórias que me governam — Moisés e Josué, que ouviram a voz de Deus sem ter a Bíblia que a gente tem; e Josafá, diante de um exército grande demais, ouvindo que a batalha não era dele. A frase que eu mais levo comigo é a que Deus diz a Josué: seja forte e corajoso, porque eu estarei contigo por onde você andar — dita a alguém que não se sentia capaz.
Família como propósito
A diferença entre o porquê e o para quem. O porquê muda ao longo da vida; o para quem permanece. E o que sustenta uma casa é a conversa — quando ela some, a crise chega.
Finanças como prática
Separar antes de gastar, encarar a dívida com plano e dar direção ao dinheiro — sem culpa. Dinheiro é ferramenta e consequência, nunca o primeiro assunto.
Na trilha ministerial, a Palavra é o centro. Na corporativa, o testemunho pessoal de fé é bem-vindo e doutrina não entra — a escolha é de quem convida.